Colaboradores



Fernanda Ferreira Chaves

“Certos encontros da vida são tão prósperos que não podemos imaginar as dimensões e horizontes que os resultados desses podem alcançar. Assim, na Fecintec 2017 fui surpreendida ao encontrar o trabalho: “ESTUDO SOBRE SEXO, GÊNERO E ORIENTAÇÃO SEXUAL A PARTIR DA ANÁLISE LITERÁRIA DA OBRA A GAROTA DINAMARQUESA, DE DAVID EBERSHOFF”. Tal pesquisa me deixou fascinada por tamanha coragem e sensibilidade em tratar sobre a temática da transsexualidade e gênero sob o enfoque da literatura crítica. Ao perceber o grande potencial do referido trabalho me instigou a dialogar sobre como ele chegou àquele resultado, considerando a originalidade e alta qualidade do mesmo. Por fim, foi um prazer conhecer o pesquisador prodígio Fabrício Pupo. Durante tal diálogo explicitei ao pesquisador a importância dele levar tal trabalho para o Prof. Dr. Tiago Duque a fim de que tal pesquisa ganhasse outros espaços acadêmicos. Meses depois recebi a notícia que seu trabalho estava sob orientação do referido prof. Tiago e que, por isso, havia sido aprovado em feiras de destaque nacional e internacional.
Ou seja, vi uma semente tão rica que cresceu e logo apresentou as suas belas flores… flores que estão colorindo outros espaços e ganhando novos perfumes. Fico feliz e grata por ter tido a oportunidade de participar do início dessa competente caminhada acadêmica. Desejo muito sucesso na sua trajetória científica, política e social! Abraços anímicos, Fernanda.”
Fernanda Ferreira Chaves – Psicóloga Mestra no IFMS – Instituto Federal de Mato Grosso do Sul




David Ebershoff

“Through his research, scholarship, and activism, Fabricio Pupo has embraced and carried forward the spirit of Lili Elbe. Lili was a transgender pioneer, fighting for her right to be herself. In doing so she left a legacy that continues today, one that Fabricio is building upon. His work battles prejudice, expands knowledge, and has shown many people what it means to be free.”

–David Ebershoff, author of The Danish Girl and The 19th Wife

“Através de sua pesquisa, bolsa de estudos e ativismo, Fabricio Pupo abraçou e levou adiante o espírito de Lili Elbe. Lili foi uma pioneira transexual, lutando por seu direito de ser ela mesma. Ao fazê-lo, ela deixou um legado que continua até hoje. Fabricio está construindo. Seu trabalho combate o preconceito, expande o conhecimento e mostra a muitas pessoas o que significa ser livre “.

– David Ebershoff, autor de A Garota Dinamarquesa e A 19.ª Esposa




Prof. Dr. Tiago Duque

“Fabricio de forma generosa, apareceu na minha sala na UFMS com os primeiros resultados do seu estudo sobre gênero e sexualidade para me mostrar. Nos conhecemos já a partir dessa sua primeira produção.
Tê-lo como interlocutor nas reuniões de estudos, na disciplina do Mestrado em Antropologia Social e em outras atividades acadêmicas é sempre uma alegria.

Um adolescente como ele, com o trabalho que desenvolve, no contexto do ensino superior, torna, sem dúvidas, a universidade mais próxima daquilo que desejamos para uma instituição pública, laica e de qualidade.
Estar orientando-o tem sido um aprendizado constante, tanto em relação ao olhar de uma novíssima geração de pesquisadores diante dos temas de gênero e sexualidade, como também em relação a seu compromisso com um outro mundo possível, a despeito das perseguições morais e políticas que o tema que escolheu pesquisar tem sofrido nos últimos anos.”

Prof. Dr. Tiago Duque – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul




Ana Paula Simões Pessoa

“Há um ano tive o prazer de ser professora do Fabricio e pude conhecer melhor o trabalho que ele vem desenvolvendo. A cada orientação e conversa sobre o estudo e escrita acadêmica, notava o amadurecimento dele, tanto como pesquisador quanto pessoa. Vejo o Fabricio como uma inspiração, pois tão jovem já é empenhado e apaixonado pelo universo acadêmico e me faz lembrar o porquê escolhi o mesmo caminho. Além disso, ao vê-lo desenvolver a pesquisa sobre sexo, gênero e orientação sexual tenho a percepção de representatividade, sinto que ele dá voz e espaço para àqueles considerados à margem da sociedade. Sinto muito orgulho e alegria de ver um menino jovem buscando academicamente meios para um mundo mais humano.”

Ana Paula Simões Pessoa – Mestranda em Letras – UEMS




Ana Christina Fonseca Espínola

Conheci o Fabrício no ventre da sua mãe e acompanhei, bem de pertinho, sua trajetória estudantil, desde a Educação Infantil ao último ano do Ensino Fundamental da Escola GAPPE, por isso fico emocionada ao presenciar suas conquistas nas Feiras Científicas e no mundo acadêmico, que são resultados do que foi construído a partir de leituras, registros em forma de mapas conceituais e resumos, participação em debates, apresentação de trabalhos… sempre buscando estratégias para resolver as problematizações propostas pelos seus professores.
O Fabrício, em sua caminhada, compreendeu que a escola é um espaço de SABER, SABER FAZER e SER, e aproveitou todas as oportunidades que foram propostas para construir e vivenciar seus conhecimentos.
Durantes as aulas de Iniciação Científica, que têm como objetivo fomentar a pesquisa científica e desenvolver diferentes habilidades e competências do educando, Fabrício observava os acontecimentos ao seu redor e, com sua sensibilidade, percebia que seus colegas tinham dificuldade de identificar gênero e discutir sexualidade, por isso quis propor reflexões sobre esse tema e, para isso, sentiu necessidade de estudar mais sobre o assunto, identificando, dessa forma, o PROBLEMA para seu PROJETO DE PESQUISA. Assim nasceu o “ESTUDO SOBRE SEXO, GÊNERO E ORIENTAÇÃO SEXUAL A PARTIR DA ANÁLISE LITERÁRIA DA OBRA A GAROTA DINAMARQUESA, DE DAVID EBERSHOFF”.

Fabrício, você é a realidade dos nossos sonhos! Você é o cidadão crítico e sensível que busca soluções para uma sociedade mais humana e justa.Você, com sua postura ética, nos dá ânimo para acreditar em nosso papel transformador da sociedade.
GRATIDÃO!

–Ana Christina Fonseca Espínola
Diretora Pedagógica da Escola GAPPE




Sarah Santos

“Conheci o Pupo na Feira de Engenharias, Tecnologias e Ciências de 2017, na qual fiz parte da organização. Lembro-me de vê-lo da galeria do evento e me admirar com o seu tamanho em relação ao tema de trabalho, avaliação que muitos fazem. Ao conversar com ele e conhecer sua pesquisa de perto, a surpresa foi em ver a desenvoltura e solitude do projeto. O sucesso na FETEC e ingresso para a FEBRACE era previsível, mas me recordo de ouvi-lo contar que teria de parar a pesquisa porque mudaria de escola e não teria mais o mesmo incentivo, essa foi uma preocupação da avaliação também.

Após a FETECMS, percebi como jornalista que a sua história é uma boa pauta de ciência e pesquisa e indiquei para a imprensa local, que teve muito sucesso. Desde então, observei seu encanto pela pesquisa sendo passado para outras pessoas que se inspiraram por seu sucesso também.”

–Acadêmica do Curso de Jornalismo na UFMS, estagiária na empresa Contexto Mídia e colunista na empresa Catarinas